Seminário debate alternativas para Mudança Climática na Amazônia

Proposta é promover o encontro de povos e culturas da região

A partir desta quarta-feira (23) até sábado (26), pesquisadores, agentes da sociedade civil e militantes que atuam no bioma Amazônico reúnem-se em Manaus (AM) para o Seminário Bioma Amazônico que vai refletir sobre os desafios atuais das Mudanças Climáticas e os caminhos alternativos a serem propostos a partir das experiências compartilhadas, sob o lema “Do ventre da terra, o grito que vem da Amazônia”.

O evento acontece no Seminário Arquidiocesano São José, na travessa Maromba, 116, bairro Chapada, e encerrará com o ato político “Amazônia em Sintonia com o Sínodo, constrói tempo Novo” às 9h do dia 26, na praça da Saudade, Centro de Manaus.

O objetivo do Seminário Bioma Amazônico é promover o encontro de povos e culturas Amazônidas, em sintonia com o Sínodo da Amazônia, para juntos refletir sobre as percepções das mudanças climáticas e injustiças socioambientais existentes nas realidades dos povos da região a partir da perspectiva dos próprios povos.

O seminário é uma realização do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental (FMCJS) e da Articulação pela Convivência com a Amazônia (ARCA).

Sobre os organizadores
O Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental (FMCJS) é uma articulação de Entidades, Pastorais e Movimentos Sociais que atua em rede para gerar consciência crítica e enfrentamento em relação a tudo que causa o aquecimento da Terra e vai tornando mais perigosas as mudanças climáticas, de modo especial para os povos, comunidades e pessoas que as sociedades capitalistas jogam na marginalização e na miséria.

A Articulação pela Convivência com a Amazônia (ARCA) surgiu em 21 de setembro de 2012 por conta da carência e necessidade de ser uma voz maior, em conjunto com sociedade, entidades, pastorais, centros de pesquisa e educação. Na ocasião, somaram forças também o Fórum Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social que chegaram ao consenso sobre a necessidade de traçar caminhos para se retomar posicionamentos estratégicos para dar visibilidade ao projeto popular de convivência com a região da Amazônia, por meio de um amplo processo de mobilização, conscientização, sociopolítica e cultural.

Avatar

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *