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Moro assegura apoio à Segurança no Amazonas, mas evita falar das informações divulgadas pelo site “The Intercept” no caso Lula

O ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Sérgio Moro, reafirmou o apoio do governo federal para conter a crise que mais uma vez eclodiu no sistema penitenciário no Amazonas com a morte de 55 detentos, no mês de maio último. A declaração foi dada durante a realização da reunião ordinária do Conselho Nacional dos Secretários de Estado da Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária do Brasil (Consej) no Hotel Quality, na cidade de Manaus, capital do Amazonas.

“O objetivo da Força Tarefa é assegurar o controle sobre o sistema penitenciário, em conjunto com o Governo do Amazonas. Estamos dando apoio às autoridades públicas locais para que essas dificuldades possam ser superadas quanto aos incidentes de assassinatos de presos”, disse o ministro.

O governador do Estado, Wilson Lima, além de destacar as peculiaridades do estado e as medidas adotadas nos cinco meses de gestão do governo, fez solicitação direta ao ministro Sérgio Moro, com a finalidade de buscar soluções mútuas e urgentes na área de segurança, em especial, de combate ao narcotráfico.

“Temos gente qualificada para fazer o que tem que ser feito. Aqui, a gente quer o compromisso do governo federal, que possa nos olhar de maneira diferenciada. É preciso que entendam a nossa singularidade”, disse Lima, se referindo ao problema das fronteiras e o crescimento do narcotráfico na região.

Moro no centro de denúncias
O ministro Sérgio Moro, ao chegar à Manaus um dia após ter sido acusado de parcialidade e de interferência junto ao Ministério Público do Paraná, segundo o site “The Intercept”, na época na condição de juiz em Curitiba, quando trocou mensagens (chat) com o procurador de Justiça, Deltan Dallagnol com a intenção de prejudicar o ex-presidente Lula e o PT, afirmou que não deu orientações aos procuradores da República durante as fases da operação Lava Jato.

Durante entrevista coletiva à imprensa, o ministro Moro foi questionado se o vazamento das conversas (chat) pode comprometer sua indicação à vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Sentindo-se bastante incomodado com as perguntas dos jornalistas, ele disse que já havia se pronunciado sobre o assunto e que o vazamento trata-se de uma invasão criminosa.

O vazamento das informações da Lava Jato, com registro desde a primeira fase da operação, onde o ministro Moro faz comentários com o procurador Dallagnol, no nível de buscar a interferência no processo do ex-presidente Lula, com o objetivo de condená-lo à prisão, ganhou o espaço nas mídias sociais e nos noticiários jornalísticos das principais redes de comunicação do país, no domingo, 09/06, inclusive no programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão.

 

 

 

 

 

Fonte. portaldonorte.com
Fotos: portal/Divulgação


Redação Portal do Norte

Manaus, Amazonas, Amazônia, Brasil, Comunicação, Imprensa, Notícias..

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